Dezesseis respostas. A organização inteira, lida como um todo.
Phi Empresa é o instrumento mais difundido do método. Um questionário breve, respondido pela liderança, produz uma leitura fenomenológica da empresa — não um relatório de benchmarks, mas um texto que devolve à liderança o que ela está vendo sem conseguir nomear.
Como funciona
Dezesseis perguntas, cerca de doze minutos. Cada uma incide sobre uma dimensão do organismo — propósito, resultados concretos, estratégia, arquitetura, integração, processos, indicadores, aperfeiçoamento. A escala é deliberadamente simples: zero a sete, com um “não sei responder” que vale mais do que parece — é sinal, não ruído.
O relatório
Em minutos, não dias, a empresa recebe uma primeira leitura — um documento fenomenológico que desenha o organismo no estado em que se encontra. O consultor que conduzirá a devolutiva chega com a leitura já lida, para que a sessão comece onde uma conversa com gente ocupada deve começar: depois do trivial.
Para quem
Direção de empresas que cresceram a ponto de não caberem mais numa cabeça só. Conselhos que querem um quadro antes de decidir. Sócios em conversa sobre para onde vão. Consultores que preferem diagnosticar com rigor antes de intervir com intuição.
O que não é
Não é um NPS da empresa. Não é uma pesquisa de clima. Não é um dashboard de métricas operacionais. É uma leitura — e o que se lê, quando bem lido, abre possibilidades que métricas isoladas só confirmam depois.